Orienta-te

SPO - Serviço de Psicologia e Orientação
Agrupamento de Escolas Dr. Ginestal Machado
Santarém
2000-102

spo.esdgm@gmail.com

Estabelecimentos / Cursos

 

Provas de Ingresso 

 

As Provas de Ingresso exigidas para cada par curso/estabelecimento de ensino superior, são validadas através da realização de exames nacionais do ensino secundário, com base no conteúdo de determinadas disciplinas dos Cursos Científico-Humanísticos: Português; Filosofia; disciplinas trienais e bienais da Componente de Formação Específica.

 

As Provas de Ingresso são indicadas nos guias de acesso ao ensino superior que se encontram publicados no site oficial do acesso ao ensino superior.

 

Consultar:

 

 
 
 
 

 

Os exames nacionais são válidos como provas de ingresso no ano em que são realizados e nos dois anos lectivos seguintes.

 

Os exames finais nacionais têm lugar em duas fases a ocorrerem em Junho e Julho. A 1.ª fase dos exames finais nacionais dos 11.º e 12.º anos de escolaridade tem carácter obrigatório para todos os alunos internos e autopropostos.

 

Os alunos que realizaram provas na 1.ª fase podem ser admitidos à 2.ª fase dos exames finais nacionais desde que:

 

a) Sejam alunos internos e não tenham obtido aprovação nas disciplinas em que realizaram exame na 1.ª fase, caso em que são inscritos
automaticamente na 2.ª fase;

b) Sejam alunos autopropostos e não tenham obtido aprovação nas disciplinas em que realizaram exame na 1.ª fase, caso em que têm de se
inscrever obrigatoriamente na 2.ª fase;

c) Pretendam realizar melhoria de classificação em qualquer disciplina realizada na 1.ª fase, no mesmo ano letivo, pelo que têm de se inscrever
obrigatoriamente na 2.ª fase;

d) Pretendam repetir exames finais nacionais que se constituam exclusivamente como provas de ingresso e que tenham já sido realizados
na 1.ª fase, independentemente da classificação obtida, caso em que têm de se inscrever na 2.ª fase.

 

Aos alunos que pretendam realizar exames finais nacionais de disciplinas não pertencentes ao seu plano de estudos, é-lhes permitida a inscrição apenas na 2. ª fase, desde que tenham realizado na 1.ª fase outro exame calendarizado para o mesmo dia e hora.

 

Os alunos que ficarem excluídos por faltas numa disciplina, de acordo com o estipulado na alínea b) do n.º 4 do artigo 21.º da Lei n.º 51/2012, de 5 de setembro - Estatuto do Aluno e Ética Escolar, podem inscrever-se no respetivo exame nacional ou prova de equivalência à frequência apenas na 2. ª fase.

 

 

Reapreciação da Classificação de Exames:

Em caso de discordância da classificação atribuída a uma prova de exame, o aluno, quando maior, ou o seu encarregado de educação pode solicitar nos dois dias úteis imediatamente seguintes ao da publicação da respetiva classificação a consulta da prova, em requerimento próprio a entregar nos Serviços de Administração Escolar, desde que da prova haja registo em papel ou produção de trabalho tridimensional.

 

O estabelecimento de ensino deve, nos dois dias úteis seguintes, facultar a consulta da prova, dos enunciados com as cotações e dos critérios de classificação da mesma, podendo ser fornecidas fotocópias desta documentação mediante o pagamento dos encargos.

 

Se, após a consulta, o interessado pretender a reapreciação da prova, deve entregar requerimento para esse efeito nos dois dias úteis seguintes à data em que a prova lhe foi facultada, acompanhado obrigatoriamente de alegação justificativa, e fazendo, no ato da entrega e mediante recibo, depósito da quantia de 25 Euros.

 

A alegação deve indicar as razões que fundamentam o pedido de reapreciação, as quais apenas podem ser de natureza científica ou de juízo sobre a aplicação dos critérios de classificação, ou existência de vício processual, não podendo conter elementos identificativos do aluno ou referências à sua situação escolar ou profissional, nestes se incluindo a referência a qualquer estabelecimento de ensino frequentado, ao número de disciplinas em falta para completar a sua escolaridade, às classificações obtidas nas várias disciplinas, bem como à classificação

 

A prova é reapreciada sempre na sua totalidade, independentemente do número de questões invocadas pelo requerente.Se o requerimento de reapreciação incidir exclusivamente sobre erro na soma das cotações, não há lugar à apresentação da alegação nem é devido o depósito de qualquer quantia.

 

O resultado da reapreciação pode ser inferior à classificação inicialmente atribuída à prova. Não pode, no entanto, implicar em caso algum a reprovação do aluno quando este já tiver sido aprovado com base na classificação inicial, caso em que a classificação final da reapreciação será convertida na mínima necessária para garantir a aprovação na disciplina. Para efeitos de provas de ingresso é sempre válida a classificação exata resultante do processo de reapreciação.

Em sede de reapreciação é legítima e procedente a correção de eventuais erros verificados pelo professor relator na transcrição das cotações e/ou na soma das cotações da totalidade dos itens da prova.

 

Os resultados das reapreciações são afixados na escola na data prescrita no calendário anual de exames, constituindo esta afixação o único meio oficial de comunicação dos resultados da reapreciação aos interessados, sendo por isso a partir de tal data que são contados todos os prazos consequentes.

 

Do resultado da reapreciação pode ainda haver reclamação, dirigida ao presidente do Júri Nacional de Exames e nos Serviços de Administração Escolar, no prazo de quatro dias úteis a contar da data da afixação dos resultados da reapreciação.

 

Portaria n.º 1031/2009

 

A situação actual, em que, num número significativo de casos, as instituições de ensino superior não exigem a realização das provas de ingresso em matérias nucleares para os seus cursos, tem prejudicado gravemente o nível de formação dos estudantes nessas matérias e conduzido a baixos valores de rendimento e de sucesso escolar.

 

Esta situação carece de ser corrigida com a maior brevidade, o que se faz através da presente portaria. Tem-se consciência de que o número máximo de provas de ingresso para cada par estabelecimento/curso, fixado pelo quadro legal em vigor em duas, se revela insuficiente e cria limitações à correcção da situação, razão pela qual esta regra deverá ser objecto de alteração legislativa:

 

 

Provas de ingresso obrigatórias:

 

1 — A prova de ingresso da área de Matemática é obrigatória para o ingresso nos primeiros ciclos de estudos e ciclos de estudos integrados de mestrado abrangidos pelas seguintes áreas da Classificação Nacional das Áreas de Educação e Formação aprovada pela Portaria n.º 256/2005, de 16 de Março:

 

a) 314: Economia;

b) 46: Matemática e Estatística;

c) 48: Informática.

 

2 — As provas de ingresso das áreas de Matemática e de Física e Química são obrigatórias para o ingresso nos primeiros ciclos de estudos e ciclos de estudos integrados de mestrado:

 

a) Abrangidos pela área 44 (Ciências Físicas) da Classificação Nacional das Áreas de Educação e Formação, com excepção da área 443 (Ciências da Terra);

 

b) Com a denominação de Engenharia, qualquer que seja a sua classificação, com excepção:

 

i) Dos ciclos de estudos no domínio da Engenharia Informática, em que é obrigatória a prova de ingresso da área de Matemática;

 

ii) Dos ciclos de estudos nos domínios da Engenharia do Ambiente e de Engenharia Geológica e de Minas, em que é obrigatória a prova de Matemática e em que, em alternativa à prova de ingresso das áreas de Física e Química, as instituições de ensino superior podem optar pela prova de ingresso das áreas de Biologia e Geologia.

 

3 — A prova de ingresso que integra a área de Biologia é obrigatória para o ingresso nos primeiros ciclos de estudos e ciclos de estudos integrados de mestrado abrangidos pelas seguintes áreas da Classificação Nacional das Áreas de Educação e Formação:

 

a) 62: Agricultura, Silvicultura e Pescas;

 

b) 64: Ciências Veterinárias;

 

c) 72: Saúde, sem prejuízo do disposto sobre o ingresso no curso de Medicina no artigo 20.º-B do Decreto–Lei n.º 296 -A/98, de 25 de Setembro, alterado pelos Decretos-Leis n.os 99/99, de 30 de Março, 26/2003, de 7 de Fevereiro, 76/2004, de 27 de Março, 158/2004, de 30 de Junho, 147 -A/2006, de 31 de Julho, 40/2007, de 20 de Fevereiro, 45/2007, de 23 de Fevereiro, e 90/2008, de 30 de Maio, e rectificado pela Declaração de Rectificação n.º 32 -C/2008, de 16 de Junho.

 

 

Classificação:

 

O Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior publica, no seu sítio da Internet, a aplicação da Classificação Nacional das Áreas de Educação e Formação aprovada pela Portaria n.º 256/2005, de 16 de Março, aos primeiros ciclos de estudos e ciclos de estudos integrados de mestrado.

 

Prova de ingresso da área de Matemática:

 

A prova de ingresso da área de Matemática para os pares estabelecimento/curso a que se refere o artigo 1.º concretiza-se através do exame nacional do ensino secundário de Matemática A (código 635), salvo nos casos em que a instituição de ensino superior, ouvida previamente a Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, decida, fundamentadamente, que também se pode concretizar através da prova do exame nacional do ensino secundário de Matemática B (código 735).

 

Aplicação:

 

O disposto na presente portaria aplica-se a partir do ingresso no ensino superior no ano lectivo de 2012-2013, inclusive.

 

Pré-Requisitos

 

Os pré-requisitos são condições de natureza físicafuncional ou vocacional que assumem particular relevância para acesso a determinados cursos do ensino superior, nomeadamente nas seguintes áreas:   saúdedesportoartes visuaismúsica, ...

 

Compete a cada estabelecimento de ensino superior decidir, anualmente, se a candidatura a alguns dos seus cursos deverá estar sujeita à satisfação de pré-requisitos e fixar o seu conteúdo.

 

Nota: A lista de pares estabelecimento de ensino superior / curso, em que são exigidos pré-requisitos em 2017 está disponível no site oficial do acesso ao ensino superior: Pré-requisitos 2017      

 

Deliberação n.º 223-A/2015 - indica os pares curso/estabelecimento de ensino em que são exigidos pré-requisitos e os respetivos regulamentos; calendário de procedimentos

 

Os pré-requisitos encontram-se agrupados (Grupo A, B, …). Se satisfaz o pré-requisito para um dos pares curso/estabelecimento de ensino superior de determinado Grupo, satisfaz igualmente para qualquer par do mesmo grupo. Exemplo: Se satisfaz o Pré-Requisito para a Escola Superior de Saúde de Santarém, satisfaz igualmente para qualquer par do Grupo A.

Na secção "Pré-requisitos por Grupo" pode aceder aos anexos com informação relativa à comprovação, nomeadamente aos modelos de atestado médico, quando exigido

 

Os pré-requisitos destinados simultaneamente à selecção e seriação dos candidatos têm o seu resultado expresso em:

 

a) Apto, com uma classificação numérica na escala de 100 a 200 pontos, a considerar no cálculo da nota de candidatura;

 

         ou

 

b)Não Apto

 

Os pré-requisitos que se destinam exclusivamente à seriação dos candidatos têm o seu resultado expresso numa classificação numérica na escala de 0 a 200 pontos, cujo peso na nota de candidatura pode atingir 15 % no máximo.

 

PRÉ-REQUISITOS QUE IMPLICAM A REALIZAÇÃO DE PROVAS

Grupos C, G, I, K, M, P, R, V, Y e Z

A comprovação dos pré-requisitos que exigem a realização de provas de aptidão física, funcional ou vocacional é realizada através da Ficha Pré-requisitos 2017, a emitir pelas instituições de ensino superior que os realizam.

A Ficha Pré-requisitos 2017 conterá um código de ativação que servirá para o candidato comprovar a aprovação no pré-requisito:

·         indicando o código de activação constante da Ficha Pré-requisitos 2017 no formulário de candidatura on-line ao concurso nacional de acesso;

entregando a Ficha Pré-requisitos 2017 no acto de formalização da candidatura ao ensino superior através de outras formas de acesso.

 

avaliação/ realização destes pré-requisitos realiza-se em duas chamadas. À 1ª chamada devem apresentar-se todos os candidatos que pretendem concorrer, em 2017, a pares estabelecimento/curso que os exijam para acesso aos cursos que leccionam.

 

As instituições podem realizar uma 2ª chamada, se assim o entenderem. A admissão à 2ª chamada está condicionada à devida justificação da falta à 1ª chamada, só podendo ser aceite, pela instituição onde for solicitada, se verificados motivos ponderosos impeditivos da apresentação à chamada anterior. É autorizada a aceitação de novas inscrições de estudantes que não tenham efectuado a inscrição na 1ª chamada, desde que a não tenham efectuado por motivos devidamente fundamentados, a apreciar pelas instituições de ensino superior onde o pedido for apresentado.

 

Os estudantes que desistam no decorrer das provas não podem inscrever-se na nova chamada, excepto se a desistência se dever a problemas de saúde, acidentes ou lesões verificados e devidamente registados pelos elementos do júri. Os alunos considerados não aptos na 1ª chamada não podem realizar a 2ª chamada. A 2ª chamada não pode ser usada para melhoria de classificação.

 

Os resultados obtidos nas provas que constituem os pré-requisitos são comunicados pelas instituições de ensino superior, directamente à Direcção-Geral do Ensino Superior.

Os candidatos indicam obrigatoriamente no formulário da candidatura online, os pré-requisitos realizados, transcrevendo a informação constante da ficha de pré-requisitos emitida pela instituição de ensino superior.

 

 

PRÉ-REQUISITOS QUE NÃO IMPLICAM A REALIZAÇÃO DE PROVAS

Grupos A, B, D, E, F, Q e X

Relativamente aos pré-requisitos que não exijam provas de aptidão física, funcional ou vocacional e que sejam de comprovação meramente documental (atestado médico ou auto-declaração), os documentos são entregues pelos candidatos no acto da matrícula e inscrição no ensino superior, no par estabelecimento/curso que os exige, caso ali venham a obter colocação, sendo condição indispensável para a realização da matrícula e inscrição. A emissão destes documentos deve ocorrer no período compreendido entre a data do início da inscrição nos pré-requisitos e a data da matrícula e inscrição no ensino superior.                                                                                                        

 

 

Candidatura e Colocação

 

 

Candidatura ao Ensino Superior Público - 2017

Procedimentos

1ª Fase

2ª Fase

3ª Fase

Realização da Candidatura

19/07 a 08/08

11/09 a 22/09

04/10 a 10/10  

Divulgação das Colocações

11/09

29/09

13/10

Matrícula no Ensino Superior

 

 

 

Vagas a concurso

totalidade das vagas a concurso

vagas sobrantes

vagas sobrantes

Contingentes de Candidatura

Contingentes Geral e Especiais

Contingente Geral

Contingente Geral

 

 

Exames - 2017

Procedimentos

1ª Fase de Exames

2ª Fase de Exames

Inscrição

13/02 a 24/02

13/07 a 17/07

Realização

19/06 a 27/06

19/07 a 24/07

Publicação das Classificações dos Exames

13/07

04/08

Publicação dos Resultados da Reapreciação da Classificação de Exames

14/08

25/08 

 

1 - A candidatura ao ensino superior público é realizada de acordo com o calendário publicado no site da DGES - site oficial do acesso ao ensino superior https://www.dges.gov.pt/online , sendo realizada online no site da DGES - exceto nos cursos com concurso local, em que é necessário formalizar a candidatura nos próprios estabelecimentos de ensino superior (exemplo: ensino superior militar e policial; Escola Superior de Teatro e Cinema; …).

 

2 - Consiste na indicação, por ordem de preferência, no formulário online, dos pares curso / estabelecimento de ensino superior para os quais o candidato respeite as condições exigidas, no máximo de seis pares (pode indicar o mesmo curso em vários estabelecimentos de ensino e/ou cursos diferentes). O candidato deve ter concluído o curso do ensino secundário, ter Provas de Ingresso válidas e satisfazer os Pré-Requisitos se exigidos. Deve verificar se cumpre as exigências no que respeita às notas mínimas exigidas (nota de candidatura; classificação das Provas de Ingresso) consultando para o efeito o Guia de Candidatura de 2017 disponibilizado no site da DGES.

 

3 – Para formalizar a candidatura ao ensino superior público é necessário pedir a atribuição de uma SENHA, no site oficial do acesso ao ensino superior, sendo necessário imprimir o recibo e entregá-lo na secretaria da escola para validação (desde a altura em que os alunos se inscreveram nos exames nacionais, até ao final do prazo de candidatura). Após a validação do pedido, a senha é enviada para o mail que o aluno indicou no requerimento. A senha permite a entrada na plataforma de candidatura na página pessoal do aluno. Tem validade anual, podendo ser utilizada nas três fases de candidatura.

 

Nota: Se não realiza exames em 2017 e pretende candidatar-se ao ensino superior com exames nacionais realizados em 2016 e/ou 2015, deve preencher  o boletim de inscrição nos exames, para efeitos de registo e posterior emissão da ficha ENES 2017. Nesta situação não há lugar a pagamento.

 

4 – Após a publicação das classificações dos exames deverá ser requerida a FICHA ENES, através de requerimento entregue na secretaria da escola. A data de emissão e a CHAVE DE ATIVAÇÃO deverão ser transcritas para a plataforma da candidatura online, após o aluno ter acedido através da senha que lhe foi atribuída (indicada no ponto 3). A ficha indica a classificação final do ensino secundário e as classificações dos exames que se constituem como Provas de Ingresso e se as referidas classificações podem ser utilizadas na 1ª Fase de Candidatura ou apenas em fase posterior. Os alunos que pretendem candidatar-se a cursos com preferência regional devem indicá-lo no requerimento da Ficha ENES.

 

5 - Sempre que o resultado da reapreciação ou da reclamação de uma classificação de um exame nacional do ensino secundário só seja conhecido após o fim do prazo da candidatura e dele resulte uma alteração da classificação do exame, é facultada, até 3 dias úteis após a respetiva divulgação: a) A alteração das opções de candidatura, aos candidatos que já a tenham apresentado; b) A apresentação da candidatura, aos estudantes que só então reúnam condições para o fazer.

 

A classificação resultante do processo de reapreciação ou de reclamação produz sempre efeitos na candidatura apresentada. O estudante, se não pretender alterar as opções que tenha previamente indicado, não necessita de realizar qualquer procedimento, sendo as classificações comunicadas oficiosamente. Se pretender alterar a candidatura deve fazê-lo online, através do preenchimento e submissão de novo formulário, onde atualizará a data de emissão e a chave de ativação de acordo com a nova ficha ENES 2017.

 

6 - Os estudantes podem alterar livremente as suas opções de candidatura dentro do prazo em que decorre a apresentação da mesma, prevalecendo a última vez em que submetem a candidatura.

 

7 - A candidatura ao ensino superior privado e Universidade Católica Portuguesa é sempre concretizada no próprio estabelecimento de ensino superior, não havendo limite para o número de cursos / estabelecimentos de ensino superior (salienta-se que estes procedimentos nos estabelecimentos de ensino particular normalmente estão sujeitos a pagamento de taxas de candidatura). Os prazos de cumprimento dos procedimentos são fixados por cada instituição.

 

8 – A ordenação dos candidatos é feita pela ordem decrescente da Nota de Candidatura, calculada utilizando as seguintes classificações: Classificação Final do Ensino Secundário (peso variando de 50% a 65%); Classificação dos Exames das Provas de Ingresso (peso variando de 35% a 50%); Classificação dos Pré-requisitos de Seriação se exigidos (peso até 15%).

 

A nota de candidatura tem o resultado arredondado  às décimas, considerando como uma décima o valor não inferior a 0,05. Todos os cálculos intermédios são efetuados sem arredondamento. Em caso de empate, consideram-se, sucessivamente, as seguintes classificações: Classificação das Provas de Ingresso; Classificação do Ensino Secundário.

 

Para efeitos de acesso ao ensino superior a Classificação Final do Ensino Secundário é calculada até às décimas, sem arredondamento, e convertida para a escala de 0 a 200. Para efeitos de cálculo da classificação final das disciplinas, as classificações dos exames são arredondadas às unidades (exemplo:126 pontos – 13 valores).

 

Para efeitos de classificação de Provas de Ingresso as classificações dos exames são utilizadas sem arredondamento (exemplo: 126 pontos). Para ser válida a classificação deve ser igual ou superior à classificação mínima fixada por cada estabelecimento de ensino superior, nunca podendo ser inferior a 095 pontos.

 

 – Para esclarecimento de dúvidas os alunos poderão contactar o Serviço de Psicologia e Orientação da Escola – SPO até ao dia 31 de Julho; o Gabinete de Ingresso no Ensino Superior a que está associado o concelho de Santarém, e que é disponibilizado no Instituto Politécnico de Santarém.

 

Candidatura e Colocação 

A candidatura ao ensino superior público realiza-se através de um concurso nacional enquanto que no âmbito do ensino superior particular e cooperativo a candidatura processa-se através de concursos institucionais (locais).

 

Na primeira fase de candidatura para além do contingente geral existem contingentes especiais de vagas, com destinatários específicos, por exemplo: alunos provenientes da Madeira ou dos Açores; preferências regionais; emigrantes ou filhos de emigrantes portugueses; militares; candidatos portadores de deficiência.

 

Para se candidatarem ao ensino superior, os alunos têm que satisfazer as seguintes condições: ter concluído um curso de ensino secundário ou uma qualificação legalmente equivalente; ter realizado os exames exigidos como provas de ingresso com uma classificação mínima de 95 pontos; satisfazer os pré-requisitos se exigidos para o curso a que se candidatam.

 

O ingresso em cada instituição de ensino superior está sujeita a numerus clausus, sendo os alunos seriados pela nota de candidatura. Esta inclui a classificação final do ensino secundário, cujo peso pode variar de 50% a 65%, e a classificação dos exames que se constituem como provas de ingresso, cujo peso pode variar de 35% a 50%. No caso de serem exigidos pré-requisitos ponderadores, a sua classificação pode ter um peso igual ou inferior a 15%.

 

O ingresso em cada par “estabelecimento de ensino superior/curso” está sujeito a limitações quantitativas, decorrentes do número de vagas, sendo o preenchimento das vagas feito por concurso. Os candidatos são seriados de acordo com a Nota de Candidatura.

 

Após a afixação dos resultados dos exames é necessário solicitar a emissão da Ficha ENES, na secretaria da escola, quer se trate da candidatura ao ensino particular ou público e, neste caso, quer se trate de candidatura através da internet ou em suporte de papel. Esta ficha indica a classificação do ensino secundário e as classificações dos exames válidos como provas de ingresso no ensino superior na 1ª fase e nas fases seguintes.

  

Durante o mês de Julho é publicado no site do acesso ao ensino superior o guia de candidatura, que contém todas as indicações necessárias para a candidatura.

 

ENSINO SUPERIOR PÚBLICO - CONCURSO GERAL

 

As vagas dos estabelecimentos de ensino superior público são objecto de um concurso nacional. A candidatura no âmbito do concurso nacional consiste na indicação, por ordem decrescente de preferência, dos códigos correspondentes aos pares curso /estabelecimento de ensino superior para os quais o estudante dispõe das condições de candidatura adequadas e onde pretende matricular-se, até ao máximo de seis opções (o mesmo curso em vários estabelecimentos de ensino ou cursos diferentes).

 

Alguns cursos, no entanto, dada a sua natureza, são objecto de concurso local devendo dirigir-se aos respectivos estabelecimentos de ensino superior ou consultar os seus sites para adquirir informações mais específicas.

 

A candidatura ao concurso nacional (ensino superior público) pode ser realizada através da Internet no site oficial do acesso ao ensino superior, https://www.dges.mctes.pt/online/,  sendo necessário solicitar uma senha. Esta senha pode ser solicitada desde a inscrição na 1ª fase de exames até ao final da candidatura.

 

Serviços de Acesso ao Ensino Superior - No distrito de Santarém - área da Lezíria:

 

Instituto Politécnico de Santarém

Complexo Andaluz – Moinho do Fau - Apartado 279

2001-904 Santarém

Telefone - 243 309 520

academicos@ipsantarem.pt

  

 
Fases de candidatura ao ensino superior – 1ª, 2ª , 3ª

  

A candidatura ao ensino superior organiza-se em duas fases. Pode ainda ser organizada uma terceira fase do concurso, se existirem vagas sobrantes. As três fases são realizadas em suportr online.

 

- A apresentação da candidatura à 1ª fase do concurso nacional

 

Na 1ª fase existem contingentes especiais de candidatura, para além do contingente geral, ou seja, vagas destinadas a determinados candidatos - por exemplo: candidatos da Madeira ou dos Açores; candidatos com deficiência comprovada; militares; preferência regional; acessos preferenciais atendendo à habilitação, por exemplo determinados cursos profissionais. Nas fases seguintes existe apenas o contingente geral.

 

- A 2ª fase do concurso nacional

 

Nesta fase são postas a concurso as vagas sobrantes da 1ª fase, bem como vagas sobrantes de concursos especiais ou postas a concurso pela primeira vez.

 

À 2ª fase podem candidatar-se:

¨ estudantes que tendo reunido condições de candidatura na 1ª fase decidiram utilizar apenas a 2ª fase;

¨ estudantes que não reuniram condições de candidatura à 1ª fase;

¨ candidatos que não ficaram colocados na 1ª fase;

¨ candidatos colocados em fases anteriores que não procederam à matrícula;

¨ candidatos que, tendo ficado colocados na 1ª fase e tendo feito a matrícula, pretendam candidatar-se na 2ª fase a cursos da sua preferência*.

 

(*) Se estes candidatos ficarem colocados na 2ª fase a colocação e a matrícula anteriores são automaticamente anuladas. O estabelecimento de ensino superior em que o aluno ficou colocado na 1ª fase remete ao novo estabelecimento de ensino toda a documentação e a propina de inscrição. O estudante deve proceder a uma nova matrícula no estabelecimento de ensino em que ficar colocado na 2ª fase.

 

- A 3ª fase do concurso nacional

 

À 3ª fase podem candidatar-se:

¨ estudantes que tendo reunido condições de candidatura anteriormente não se candidataram;

¨ candidatos que não ficaram colocados nas fases anteriores;

¨ candidatos colocados em fases anteriores que não procederam à matrícula;

¨ candidatos que, tendo ficado colocados em fases anteriores e tendo feito a matrícula, pretendam candidatar-se na 3ª fase a cursos da sua preferência*.

 

(*) Se estes candidatos ficarem colocados na 3ª fase a colocação e a matrícula anteriores são automaticamente anuladas. O estabelecimento de ensino superior em que o aluno fez a matrícula anteriormente remete ao novo estabelecimento de ensino toda a documentação e a propina de inscrição. O estudante deve proceder a uma nova matrícula no estabelecimento de ensino em que ficar colocado na 3ª fase.

 

 

ATENÇÃO: Sempre que o resultado da reapreciação da classificação de um exame nacional só seja afixado após o fim do prazo de candidatura, é facultada, até 3 dias úteis após a respectiva divulgação:

 

a) a alteração da candidatura, aos candidatos que já a hajam apresentado (já satisfaziam as condições legais para a candidatura)

b) a apresentação da candidatura, aos estudantes que só então reúnam condições para o fazer.

 

No âmbito do ensino superior particular os prazos são mais flexíveis, variando de acordo com a existência de vagas.

 

 

No site da DGES poderá, entre outras acções:                       

 

consultar "Perguntas Frequentes"

  

fazer uma simulação da candidatura

 

consultar as colocações no ensino superior público em anos anteriores